Eles transformam em ciência, a milenar arte de plantar

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No princípio, o alimento plantado por métodos rudimentares, só servia para complementar a caça, a pesca e a coleta silvestre.

Mas a população cresceu, na proporção inversa em que ficaram escassos os recursos naturais que eram nossa principal fonte de alimento, via caça, pesca e coleta. Plantar passou a ser a prioridade do ser humano.

E chegou um tempo em que a população cresceu a tal ponto, que não bastava jogar a semente à terra e esperar a chuva fazer o resto do trabalho. A sobrevivência da humanidade dependia de muito alimento. Produzido para si e para suas criações de animais, para consumo, de trabalho ou de estimação.

Então ocorre a necessidade da ciência intervir, de uma plantação ser projetada e acompanhada. Isso, para que a agricultura tivesse o mínimo risco de perda na colheita, com menor impacto possível à saúde do ser humano, à continuidade de uso do solo e ao meio ambiente.

Para tanto, surge o Engenheiro Agrônomo. Profissão nobre a qual, hoje, depende todo e qualquer indivíduo inserido na contemporaneidade.

12 de outubro, Dia do Engenheiro Agrônomo. A Cohidro parabeniza os seus e todos os agrônomos que contribuem com a agricultura de Sergipe.

 

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