Aproveitando dos lagos que represam a água para dispor à irrigação, em vários perímetros irrigados administrados pela Cohidro, os próprios agricultores irrigantes, ou aquicultures organizados em associações, exploram a produção de peixes em gaiolas – ou tanques-rede –  que comportam mais de mil animais. Também é presente o uso da água de represas para abastecer tanques escavados em lotes agrícolas, contabilizado em seu total, uma produção média anual 450 toneladas de peixes produzidas por famílias assistidas pela Companhia.

Através da Gerência de Aquicultura e Pesca, a Cohidro apoia o desenvolvimento da piscicultura, prestando assistência técnica aos produtores e oferecendo tecnologias para a criação de pescados e alevinos através de cursos, palestras, treinamentos e reuniões. No total, a Cohidro apoia mais de 100 famílias de oito associações que trabalham na criação de tilápia, tambaqui e o curimatã-pacu (xira), dentre outras espécies.

Desde 2010, a Cohidro vem dando prosseguimento ao trabalho de acompanhamento e orientação às associações de piscicultores neste importante elo da cadeia produtiva do pescado para a comercialização em feiras livres, redes de supermercados e através do “Programa de Aquisição de Alimentos” (PAA) da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

 

 

Rio São Francisco

Não só aos piscicultores instalados dentro dos perímetros irrigados se restringe o atendimento da Cohidro, pois dá assistência técnica a aquicultores que usam do leito do Rio São Francisco para criar peixes em tanques-rede, nos municípios de Ilha das Flores, Canindé de São Francisco, Gararu, Porto da Folha, Amparo de São Francisco, Propriá, Neópolis e Brejo Grande. Inclusive assiste comunidades de pescadores ribeirinhos – mas também à beira dos lagos dos perímetros – com a instalação de kits de energia solar em locais onde não existe rede elétrica disponível.