Para fornecer iluminação ou para bombeamento de água em poços para o consumo humano, em comunidades onde não existe rede elétrica disponível, a Cohidro faz a instalação de placas de capitação de energia solar, controlador, inversor, baterias e bombas. São equipamentos que devido ao seu alto custo – alguns deles importados – inviabilizam a sua aquisição por parte das famílias, motivo pelo qual a Companhia atua, proporcionando ao homem do campo o mesmo acesso às tecnologias que a população urbana.

Hoje são 22 kits de energia solar instalados em comunidades de pescadores artesanais e de aquicultures no Estado, equipamentos doados pela Companhia Hidroelétrica do São Francisco (Chesf) em convênio firmado com a Cohidro. Os kits são instalados em regime de comodato por tempo indeterminado, mas que poderão ser reaproveitados por outros criadores ou pescadores, caso o beneficiado abandone o local ou passe a contar com o fornecimento de energia elétrica convencional.

A Gerência de Aquicultura e Pesca da Cohidro faz a manutenção constante destes kits de energia solar, substituindo de equipamentos, principalmente das baterias, que tem vida útil limitada.

Segurança

São nas torres de vigilância, das estruturas de atraque das gaiolas (tanques-redes) para criar peixes, é que se faz mais necessária a interferência do uso da energia solar providenciada pela Cohidro. Estas estações de trabalho são montadas em lugares mais remotos – sem eletricidade convencional – seja para aproveitar o acesso à água nos lagos dos perímetros irrigados, ou nos remansos (área sem correnteza) dos rios, mas também privilegia a escolha de lugares longe das zonas mais populosas, com barulho e movimentação que prejudicariam na aquicultura.