Prefeituras assinam termo de Cooperação Técnica com a Cohidro

Equipes da Cohidro trabalham em todo local, em Sergipe, onde é possível tirar água do subsolo, para servir populações urbanas e rurais, no consumo humano ou na dessedentação animal

Aos 45 dias das novas gestões municipais sergipanas. Para alguns, ainda é época de arrumar a casa e contabilizar o que foi deixado de bom e de ruim da gestão passada, para outros, já é hora de buscar na Companhia de Desenvolvimento de Recursos Hídricos e Irrigação de Sergipe (Cohidro) uma parceira. Diante disso, diversas prefeituras têm selado um Termo de Cooperação Técnica e Responsabilidade com Empresa.

O documento garante aos administradores municipais um apoio quando a perfuração e instalação de poços tubulares, tendo acesso a solicitar os serviços prestados pelo corpo técnico da Empresa e maquinário. Enquanto que para o Governo do Estado, é uma segurança de que a Cohidro – vinculada à Secretaria de Estado da Agricultura, Desenvolvimento Agrário da Pesca (Seagri) – terá um suporte nos locais dos poços, de máquinas extras ao serviço da perfuratriz e de pessoal de apoio. Além disso, os acordos garantem que serão benfeitorias somente destinadas à comunidade e que após o término da obra, terão a sua operacionalidade mantida pela prefeitura, conforme também firmado no compromisso.

Segundo o presidente da Cohidro, José Carlos Felizola Filho, o acordo estabelece regras a serem seguidas, pela prefeitura, depois da entrega dos poços. “Na maioria das vezes, o que faz um poço deixar de dar água para as comunidades não é o tempo de uso, equipamentos ruins ou quedas de energia, por exemplo. O problema que mais acontece é o abandono, e o ‘cabo de guerra’ entre comunidade e prefeitura, em designar quem cuida e cobre os custos do poço. No documento assinado, são as prefeituras que assumem esse compromisso de cuidar e arcam com as suas despesas. Em troca, terão a continuidade da assistência da nossa Empresa nesse e para futuros poços que sejam necessários perfurar”, assegurou.

Já para Paulo Henrique Machado Sobral, diretor de Infraestrutura e Mecanização Agrícola da Companhia, o Termo de Cooperação possibilita com que o trabalho seja feito mais rápido e com menores custos para ambas as partes. “A Cohidro hoje tem déficit de equipamentos que fazem serviços extras à perfuração, como abertura de estradas, limpeza de terrenos, terraplanagem, serviço de escavadeiras, transporte e caminhão pipa. Se as prefeituras fossem arcar com todo custo da perfuração dos poços que precisa, ficaria muito oneroso. Pois teriam que contratar desde os geólogos para locar o poço, até o serviço de perfuração e teste de vazão. Sem falar na instalação, que é sempre uma equipe à parte das anteriores. Da mesma forma que as prefeituras teriam dificuldade de montar equipe técnica capacitada, munida de equipamentos específicos para perfurar e instalar os próprios poços. Isso seria inviável. Por isso que poder contar com a Cohidro, para eles, facilita muito”, justifica.

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